conversas atrás da orelha
quantas vezes te repreendí
e em branco passei
quantas vezes lí teu vazio
e na tua consciência
me encontrei
e explodí
teu apelo
é como o meu
frequente,
e ouso saber
mais que teu futuro
o que nos permite errar
muito embora a contragosto
com o título emoção
corrijamos as falhas
destas, especiais, as crescentes
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
pingo de sabedoria
no Japão
cerejeiras florescem
e vão ao chão
o que cai, desce
o que levanta, sobe
lá onde palestra
não é
convenção
cerejeiras florescem
e vão ao chão
o que cai, desce
o que levanta, sobe
lá onde palestra
não é
convenção
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
mal gosto
perguntas
onde estacionar teu querer
e estes sentimentos que o são meus
estes que me elevam
e me aprisiona ao infinito
do teu querer,
do teu ser, do teu corpo
quanto ao meu amor...
poderias me permitir
aderir sem prejuízo
e definir no etéreo
o tempo o desenho
que alguém se imcubiu
de existir por nós
onde estacionar teu querer
e estes sentimentos que o são meus
estes que me elevam
e me aprisiona ao infinito
do teu querer,
do teu ser, do teu corpo
quanto ao meu amor...
poderias me permitir
aderir sem prejuízo
e definir no etéreo
o tempo o desenho
que alguém se imcubiu
de existir por nós
inferindo o tempo
a noite
trás a beleza
que o dia
se indignou mostrar
caras risonhas
alegres alcoólicas
rostos que a noite
ousou alegrar
rotineiras troupes
que a vida celebra
sem ter como certo
um tranquilo lugar
tempos cortados
indelevel tempo
destes que sentado
avisa-se o mar
trás a beleza
que o dia
se indignou mostrar
caras risonhas
alegres alcoólicas
rostos que a noite
ousou alegrar
rotineiras troupes
que a vida celebra
sem ter como certo
um tranquilo lugar
tempos cortados
indelevel tempo
destes que sentado
avisa-se o mar
monólogo aberto
a noite
no teu caso
não escurece
a claridade
obscurece
o teu brilho
acima de todos
rumo ao infinito
destes velhos traços,
rumo ao doce encanto
de teus novos sons
no teu caso
não escurece
a claridade
obscurece
o teu brilho
acima de todos
rumo ao infinito
destes velhos traços,
rumo ao doce encanto
de teus novos sons
domingo, 18 de abril de 2010
achados e perdidos
como um anjo
me carregou
ao infinito do teu ser
e me elevou
a sentimentos livres
até de meu orgulho
embora de mim
nada tenhas desejado
me carregou
ao infinito do teu ser
e me elevou
a sentimentos livres
até de meu orgulho
embora de mim
nada tenhas desejado
sexta-feira, 16 de abril de 2010
descarrilhado
apenas te ouço
no barulho do mar
cantando cantigas
para adormecer a vida
esta que carrego em mim
no barulho do mar
cantando cantigas
para adormecer a vida
esta que carrego em mim
domingo, 11 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
con(cer)(cre)tos
em nossas vidas
quem pode contar
no meio do caminho
quantas pedras há
algumas retiradas,
pedras incrustadas
no barro do chão
outras nem tanto
margeiam a vida
na força da ação
inteiras, quebradas
outras tantas jogadas
quem pode contar
nos nosso caminhos
quantas pedras há
quem pode contar
no meio do caminho
quantas pedras há
algumas retiradas,
pedras incrustadas
no barro do chão
outras nem tanto
margeiam a vida
na força da ação
inteiras, quebradas
outras tantas jogadas
quem pode contar
nos nosso caminhos
quantas pedras há