à brasillianas
quarta-feira, 15 de julho de 2009
aos braços teus
então somos
o que podemos ser
noites de frio
sombrios
e, ventos gelados
sem assobios
aos nossos olhos,
nossos ouvidos
rezas diárias
num ponto
vazio
então somos
os
euxaridos
do
perpétuo
escravos do dia
sobras das ordens
filhos do socorro
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial