terça-feira, 11 de agosto de 2009

frenesi - para juliana

numa ilha
longe, bem longe
ao vivo e distante de ti
como nuvens de papel picado
prédios desmoronavam
porque não...
saudando tua beleza
estonteante e juvenil
me assortavam ao chão,
cheio de coragem
pus-me todo em elogios,
perdí a voz, passei rodado
e na madrugada
que se avizinhava
é o ego quem se machuca
na mais pura fantasia
a descontar em sonhos
mal acordados
um novo encontro
embora sem ter-te ao meu lado