o meu amor imperfeito
outra vez a andar em conhecidas ruas
caio no ridículo do tempo
memórias à parte
e xingo à peito aberto
não reflito à momento
e impropérios à parte
no que ralho, passo o tempo onde estou
mais que zangado
decido pelo não certo
e mais uma vez reflito, sobre reflexos
e erros como estes, passados
até onde irracível, estive e ainda estou
nada tenho a declarar