sexta-feira, 7 de novembro de 2008

À minuta, excepcional lide...

Não sou filho da guerra, e, dela nunca estive próximo, mas, me comove no observar, a grandiosidade da revolução dos povos. Essa que o dia-a-dia nos oferece. Falo de individualidade e me reporto a países, cujo conteúdo progressista, assiste a preconceitos omissos ou abertos de toda espécie ao longo dos séculos. Especialmente, analiso e acabo por fim descobrir que a maior e mais poderosa arma do povo é e sempre foi revolução. Grandiosa, a revolução pacífica é a mais sublime das emoções guerreira que se conhece. É nela que o mundo percebe sua mais fantástica emersão de sabedoria e civilidade que a vida nos trás e projeta. É claro nada exime a culpa dos séculos, da opressão e da indefinição humana, que estamos a observar a resistência acabar por derrotar. Mas, é importante saber que o maior e mais importante desafio esta vencido e que num ressuscitar, o povo sujeito e subjugado a temeridade dos tempos está afeito a uma nova abertura. E que nesta vida, o domínio moral, está livre, como também está livre está sua imagem que nos orienta e inclusive estar-se-á livre da sensação derrotista que o mundo todo tinha ânsia de acabar. É, pois, como fosse, a origem ressuscitada. Um retorno à originalidade da vida, ou menos que isso ao equivalente social que margeia a resistência e/ou o acomodamento acintoso que tudo isto vem originando, e, que com golpes de sabedoria e querer na perspectiva da universalidade fraternal foi-se alargando os horizontes sociais que o mundo fantasiava acolher desde já há muitos tempos atrás, e que hoje claramente socializa com a perspectiva. Esperamos à tempos. Esqueçamos a demanda imprópria da guerra e vamos a esperança crível desta nova visão mundial, pois ansiamos beber nesta fonte e que ela torne-se real, pelo equivalente número de anos, que ela nos foi por tabela cerceada.