domingo, 9 de novembro de 2008

para Maria


como te calas
nesta súplica visionária
não sabes,
nossos cíclicos infinitos
são belos
sem tocar-nos
a vida é uma obra
e nela 
estejamos felizes
ou feridos
somos o que havemos ser
ou o que 
haveremos de juntos conviver
somos o amor