quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

a pratos limpios


como natureza morta 
te vejo à sombra dessa imensidão 
mãos à narina 
as vezes sim, outras vezes não... 

e, foi fugindo do pequeno erro 
que tu não saibas, 
mas te ví um dia... 
à porta de igreja tão verde 
que outros partidos tomaram 
tão bem seu amor, que me pergunto 

e agora como estás!!! 

solitária e escondida 
pois saibas que teu amor, que aqui me trouxe 
nenhum reflexo a mim me deixou 
nem atrás me deixará...