a pratos limpios
como natureza morta
te vejo à sombra dessa imensidão
mãos à narina
as vezes sim, outras vezes não...
e, foi fugindo do pequeno erro
que tu não saibas,
mas te ví um dia...
à porta de igreja tão verde
que outros partidos tomaram
tão bem seu amor, que me pergunto
e agora como estás!!!
solitária e escondida
pois saibas que teu amor, que aqui me trouxe
nenhum reflexo a mim me deixou
nem atrás me deixará...