à brasillianas
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sede
Do tempo que tenho tempo
Que hoje trago na mão
Dele não sou mágico, tampouco sou um anão
Vou-me arvorado em mistério
Vou sem levar condição
Soletro o tempo perdido
E me vejo no presente
Com o futuro de então
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